Minha história de vida profissional parte II
Minha história de vida profissional parte II
Quando eu estava fazendo contabilidade eu consegui fazendo vários cursos em São Paulo paralelos um emprego, mas antes de chegar a este emprego, voltando ao trabalho que eu estava de Auxiliar de escritório estava aprendendo muito lá, aprendi até a mecher em maquinas contabil antiga, mas uma coisa que atrapalhou muito e por isto que depois de anos passei a ser ativista do home office a condução. O que acontecia era que eu entrava as 7hs e 30 minutos neste trabalho, até hoje não sei porque os trabalhos de escritório eram de horarios tão puchados que entravamos 7hs e 30min da manhã para sair as 18hs e muitas vezes eu saia deste trabalho e tinha que atravessar o mundo para chegar a estação e pegar o trem para chegar em Itapevi as 19hs para a escola que eu entrava as 19hs no curso tecnico de contabilidade e muitas vezes com grandes temporais São Paulo alagava as estações de trem ficavam intransitavam as vezes colocavam onibus de contigencia e era um transtorno. Mas uns dos piores acontecimento era ir sai de casa as 5hs e 30min da manhã e chegava na estação para pegar o trem as 6hs e muitas vezes não tinha trem ou estava em greve e ou estava com grandes atrasos que ficavamos horas para chegar na lapa ou barra funda depois davam um papel de comprovante para entregar para a empresa e isto muitas vezes eles não aceitavam e um dia teve greve do trem e pediram para um homem nos buscar em Itapevi este homem era da empresa neste dia fui eu e meu pai no carro, meu pai trabalhava de jardineiro para a mesma empresa e em vez de nos levarem direto para a empresa mandaram buscar uma funcionaria em francisco morato primeiro e depois ir todos para o trabalho. Aquele tempo não tinha celular a gente tinha que ser fiel no combinado para dar certo para todos. E a viagem acabou que me fez mal eu tinha um negocio que se viajasse de carro ou onibus por muitas horas eu vomitava, para resumir tudo isto fez com que com dois meses e meio de trabalho me mandassem embora, com desculpa que a empresa ia para Guarulhos que por fim foi mesmo, mas ai voltei a rua da armagura como dizem o outro procurar emprego.
E procurar emprego antigamente não era facil era fazer ficha em agencia deixar telefone de contato de quem não ia ter como te dar recado por estar longe de você ou então aguardar a sorte de receber uma carta ou telegrama que disse que você foi chamado em ultima sorte era fazer a entrevista e ja manderem iniciar no outro dia.
Nesta procura comecei a fazer o famoso bico (hoje free lance) para não ficar parada achei um trabalho de entregar papeis na rua de curso de informatica eu ficava ali entregando e depois ganhava uns trocados, passava o dia todo ou na avenida Paulista ou então no viaduto do cha em frente ao mappy ou as vezes ia para rua direita e tinha dias que a gente ficava na praça Patriarca. Eram dias de chuva e ou dias de sol e assim foi um ou dois meses. Depois vi uma divulgação de um curso que era um curso mentiroso que você pagava um salário minimo e fazia datilografia eletrica e contabilidade e eles te arrumavam emprego, eu pedi para meu pai este dinheiro ele tirou de onde não tinha para me dar e eu fiquei até quase no fim do ano fazendo o curso e nada de conseguir este trabalho ia em vários escritórios em SP e não conseguia fora que eles aumentavam o grau de dificuldade no curso de contabilidade fiscal com calculos dificeis de se realizar matematica financeira incompleendida e parecida que era de propósito para ninguém passar este curso ficava na avenida São Bento, até que por misericórdia de Deus um dia minha mãe pediu para mim ir pagar uma conta dela em São Paulo que antigamente crediário se pagava em escritórios em SP e quando eu fui passando pela rua vi uma papel em um poste todo molhado que dizia que estavam pegando auxiliar de escritório eu fui na agencia que estava o endereço e fiz o teste e mandaram ir na empresa e fiz o teste e lá era na verdade para ser datilografa e por sorte me aprovaram e passei a ser datilografa lá onde fiquei quase um ano.
E um dia eu fui para um igreja e vi uma jovem contando que fez o teste de datilografia para ser estagiaria no banco do Brasil e passou eu disse quem sabe Deus faz uma obra desta na minha vida, e passou uns dias na escola estava uma placa que o banco do Brasil de Itapevi estava contratando estagiario e eu corri e fui fazer o teste e por misericórdia eu passei ai pedi a conta naquele trabalho e fui ser estagiária no Banco do Brasil onde fiquei até terminar o curso, eu aprendi muitas coisas no Banco do Brasil a trabalhar com computador com telegrafo a enviar telegramas e a realizar transações de contas e várias outras praticas da contabilidade bancaria, lá eles tentaram que eu prestasse a faculdade para continuar, mas infelizmente o dia de eu ir fazer a prova eu perdi o unico onibus que na época passaa na cidade para ir para Osasco cidade de Deus onde seria a prova e eu não fui fazer.
Terminando o programa de estagio, eu tive que sair do trabalho onde fiquei por uns quatro meses em casa a procura de trabalho e depois disto entrei em um escritório da Pneus auto lins em SP nisto eu ja estava namorando com este que hoje é meu esposo e fiquei por uns dois meses trabalhando lá. E um dia resolvi ligar para uma amiga que trabalhava em uma empresa que no estagio eu prestava serviços para as empresas cuidando de suas contas bancárias então liguei para ela que pediu para mim ir fazer um teste lá para assistente contabil e por sorte eu passsei.
Só uma coisa que eu falhei muito depois que terminei o colegio eu fiquei meio que parada no tempo já que não fui para a faculdade e não fazia mais os cursos como informática entre outros e isto não foi bom naquele momento com um tempo que ali trabalhava houve um problema fiscal na empresa por conta do próprio dono com coisas de impostos no qual a empresa teve que mandar o contador embora por se recusar a não fazer o que eles queriam e depois eu também recusei aceitar e fui mandada embora também. Neste meio tempo eu prestei concurso para o estado e fui chamada a trabalhar em um escritório de contabilidade em São Paulo no qual fiquei por quatro meses e fui chamada para o concurso de escola que foi minha queda profissional contabil, pois o concurso não tinha nada haver com a area. Vou contar no próximo capitulo a tragetória de funcionária publica e o dilema do desemprego.

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